Era o último prato a chegar à mesa. Praticamente só mamãe gostava de comê-lo naquela época. Hoje
em dia já não passo sem ele em nossa mesa da Semana Santa. Sobretudo também porque marido adora gerimum de qualquer maneira. Marido comprou um gerimum maravilhoso, de cor forte e também enxuto. Cortei em pedaços, retirei as cascas e levei ao fogo com água e sal, apenas por 10 minutos depois da fervura da água. Escorrí, passei pelo espremedor de batatas, e fiz um refogado básico com cebola picadinha, alho (pouquinho), azeite e coentro picadinho. Coloquei também 1/2 xícara de leite de côco para dar cremosidade.
já em cubos dentro da panela apenas com água e sal..
Depois de espremido, refogando no azeite, cebola, alho, coentro e leite de côco... provei o sal e pronto!
Mais pernambucano que isso, impossível!
Peixe, arroz, feijão, bredo e quibebe, todos preparados com leite de côco.
Sangria
Não poderia deixar de registrar aquí a bebidinha que o meu pai preparava pra gente, ainda criança. Era feita de vinho tinto com água e açucar . A gente fazia de conta que também tomava do vinho
que era servido no almoço.